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A importância de ter e cuidar Jardim e Plantas

As plantas e árvores são muito importantes para nós, vamos cuidar delas!

O ser humano desmata floresta, desperdiça uma quantidade de papel esquecendo que esta prejudicando a si próprio, as folhas de plantas e arvores absorvem o dióxido de carbono e libertam o oxigenio, fazendo com que respiramos melhor, por esse motivo além de dar valor as arvores e plantas podemos também telas em casa, empresa, restaurantes, bares, consultorios, ou qualquer outro lugar onde além de ficar bonito ajuda na respiração, e de alguma forma estaremos ajudando no meio ambiente, você mesmo pode cuidar de uma planta por exemplo, pense em todos os beneficios.

Algumas plantas servem para fazer medicamentos e chás. 

 

Em 1809, Dom João VI invadiu a Guiana Francesa, revidando a ocupação de Portugal pelos franceses. Como despojos dessa guerra, chegaram ao Brasil espécies frutíferas como: abacateiro, lichieiro, caramboleira, jamboeiro, jaqueira, tamarindeiro, noz-moscada, fruta-pão, dilênia e flor-de-abril.
Contratado por Dom João VI, o agrônomo francês Paul German introduziu inúmeras espécies entre elas: Acalifas, Crotons, Datura, Dombeia, Furcraea, Ixora, Resedá, Jasmim-manga, Bico-de-papagaio, Flamboyant, Árvore-do-viajante
Muitas espécies floríferas foram trazidas pelos cônsules e embaixadores, influenciados por suas mulheres. Alguns exemplos: Agapantos, copos-de-leite, dálias, dracenas, hibiscos, jasmins, lírios, margaridas, cravos, rosas.
Imigrantes portugueses, introduziram espécies exóticas e espécies nativas, como: Alamanda, amarílis, birí, begônias, primaveras, brunfelsias, tinhorões, petúnias, onze-horas e sálvias.
A palmeira imperial (Roystonea oleraceae), originária da Venezuela e Colômbia chegou ao Brasil, trazidas pelos portugueses libertados da ilha de Maurítios. Já a palmeira real (Roystonea regia), nativa de Cuba e Porto Rico, de porte mais baixo e tronco mais grosso, foi introduzida quase um século depois.
O paisagismo ganhou forças com os preparativos para o casamento de D. Pedro I com a arquiduquesa da Áustria. Surgiram, desta forma, os trabalhos do alemão Ludwig Riedel, por indicação de Langsdorf. Este arquiteto paisagista teve grande dificuldade para arborizar as ruas do Rio de Janeiro, trabalho que ocupou o período de 1836 a 1860. Acreditava o povo que a sombra formada pelas árvores era responsável pela maleita, febre amarela, sarampo e até pelas sarnas dos escravos.
Em 1858, D. Pedro I contratou o engenheiro agrônomo Glaziov que, pela primeira vez, usou árvores floríferas no paisagismo. Começava o uso de: sibipiruna, pau-ferro, cássias, paineira, jacarandá, suinã, cedro, embaúva, oiti, mirindiba, quaresmeira e ipês.
O efeito urbanístico do Rio de Janeiro espalhou-se por outros estados porém, pela falta de técnicos especializados, nem sempre com um estilo coerente e bom gosto. Assim, até hoje sobrevivem alguns arbustos tosados de diversas formas. Outros erros foram cometidos, como o plantio de jaqueiras, coqueiros e figueiras em praças públicas. Sem contar o uso de flamboyants na arborização de ruas.